Nascida em Osaka em 1932, Ineko Arima foi uma das jovens primeiras figuras que definiram o estúdio Shochiku nos anos 50 e 60. Marcou presença em Crepúsculo em Tóquio (1957), de Yasujiro Ozu, como uma filha mais nova atormentada, e voltou a trabalhar com o mestre em Flor de Equinócio (1958). Colaborou também com Kon Ichikawa e Keisuke Kinoshita em dramas importantes do estúdio na época. Sua presença em cena unia vulnerabilidade discreta a uma franqueza incomum, o que a colocou entre os rostos mais associados ao cinema familiar japonês em seu auge.