Im Kwon-taek é um diretor sul-coreano nascido em Jangseong, Jeolla do Sul, uma das figuras mais prolíficas e historicamente significativas do cinema coreano, tendo dirigido mais de cem filmes ao longo de sete décadas. 'Mandala', um marco inicial que examina a vida monástica budista e a dúvida espiritual, ajudou a consolidar sua reputação por um cinema sério e culturalmente enraizado, além de seu trabalho anterior em gêneros comerciais. 'Sopyonje', sobre cantores itinerantes de pansori preservando a música folclórica tradicional coreana em meio à modernização, tornou-se um marco de sucesso de bilheteria e crítica que renovou o interesse nacional pelas formas de arte tradicionais coreanas, enquanto 'Chunhyang' adaptou um conto folclórico coreano clássico usando narração em pansori. 'Chihwaseon', um drama biográfico sobre um pintor coreano rebelde do século XIX, rendeu-lhe o prêmio de melhor diretor em Cannes. O compromisso sustentado de Im, ao longo de décadas, em retratar a cultura e a história tradicionais coreanas o tornou uma das figuras mais significativas no desenvolvimento do cinema nacional coreano.