Ícone do cinema independente norte-americano, Chloë Sevigny forjou um status de 'it girl' desde sua estreia na polêmica 'Kids'. Seu retrato de Lana Tisdel em 'Meninos Não Choram' lhe valeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz coadjuvante e a situou entre as intérpretes mais audazes de sua geração. Habitual de propostas arriscadas como 'Psicopata Americano', 'Dogville' e 'Zodíaco', ganhou um Globo de Ouro por sua Nicolette Grant na série da HBO 'Big Love'. Também dirigiu curtas-metragens e cultivou uma reputação de ícone de estilo. Seu registro distingue-se pela frieza enigmática, a naturalidade crua e uma predileção pelos personagens à margem.